Autorização para viajar para o Canadá – Cai o visto de turista… para alguns.

Extrangeiros, boa notícia!

Ok, já é notícia velha, mas é ótima mesmo assim! Alguém já tinha ouvido falar que agora não precisaremos mais de visto canadense para visitar o Canadá? Tá bom, calma, não é assim um processo completamente livre de burocracias (e ainda não é válido para absolutamente todos os brasileiros), mas, pra quem ainda não sabe, vocês verão que o processo que entra em vigor a partir do ano que vem, é bem mais simples, rápido e, principalmente, barato! Leiam todo o texto para sanar as dúvidas e ver quem tem direito à tentar essa autorização…

O que é o eTA?

O Electronic Travel Autorization (autorização eletrônica para viagem) é uma autorização online que o governo canadense outorga à pessoas que desejam visitar o Canadá. É como um visto de turista, mas ao invés de visto é uma autorização online.

O eTA pode ser comparado em seu princípio com o ESTA, que é o processo de autorização de viagem para os Estados Unidos para os portadores de passaporte europeu.

O que muda com essa autorização? Qual a diferença para o visto de turista?

Essa autorização tem o processo completamente online, não precisa enviar documentos pelo correio, nem passaporte, nem pagar o valor do visto (cerca de 200 reais). E não é necessário agência ou intermediários, como acontece ainda hoje com o processo para tirar o visto de turista, estudante, entre outros. E é ainda mais rápido (o visto demora cerca de 20 dias, o eTA pode sair em minutos). Vale lembrar que, a princípio, essa autorização é apenas para viagens à turismo! Estudantes, residentes temporários e outros ainda devem fazer o processo antigo.

Quanto custa essa autorização?

7 dólares canadenses (CAN$7).

Quem pode conseguir essa autorização?

Brasileiros, portadores de passaporte brasileiro, que possam pagar 7 dólares canadenses no cartão de crédito e que já tenham tido visto canadense ou norte americano nos últimos dez anos (A princípio os mexicanos, brasileiros, búlgaros e romenos estão na lista das cidadanias que participam desse processo de desburocratização do visto de visitante canadense).

Qual a validade da autorização?

5 anos ou a data de validade do passaporte, o que acontecer primeiro.

Quando começa a valer?

Em Março de 2016. Até lá, para quem vai viajar ao Canadá antes disso, precisa realizar o processo de visto de turista.

Quanto tempo demora para que seja autorizado?

Segundo eles, o processo é bastante rápido e pode demorar apenas alguns minutos. Caso eles precisem avaliar os dados ou alguma informação extra, eles enviarão e-mail após o pedido. Estando tudo certo (e eu acredito que principalmente se o viajante é frequente), a autorização é fornecida em poucos minutos (logo após a solicitação, na mesma pagina inclusive).

  • A sugestão deles é que não se compre a passagem aérea antes de conseguir a autorização (eTA). Afinal, como a autorização tem validade maior do que uma visita de férias, por exemplo, eles não se responsabilizarão por passagens compradas e autorizações negadas. Então, o melhor é fazer o processo de autorização e depois garantir a viagem.
  • No caso de o turista ir uma vez ao Canadá com o eTA e depois queira ir novamente, é importante checar o status da autorização no site Canada.ca/eTA antes da viagem. Melhor prevenir, certo?

Para mais informações, esse vídeo é bem bom e informativo!

Se alguém tiver mais alguma informação ou tenha dúvidas, deixe aqui embaixo nos comentários pra ajudar a gente… 🙂 🙂

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Eleições: preciso votar mesmo estando no exterior?

Oi extrangeiros! Boa tarde de domingo de eleições pra vocês! Esse dia é sempre tão característico, né? Desde o sábado a noite, quando a gente planeja com cuidado com o melhor horário para votar e evitar filas, até o domingo à tarde e noite, quando começam a serem contadaos os votos e os resultados começam a aparecer…

Bem, aproveitando esse clima todo, decidi esclarecer um assunto sobre o qual as pessoas sempre me perguntam bastante, inclusive amigos meus enquanto viajam: preciso votar quando estou no exterior? E se sim, como faço isso?

Vejam bem, a resposta depende de o eleitor brasileiro ter seu domicílio no exterior ou no Brasil. Em tendo seu domicílio no exterior, é obrigado a votar apenas em eleições presidenciais, como a de agora. O que quer dizer que nas eleições municipais não é necessário votar, nem justificar. Só lembre-se de atualizar o cadastro junto ao TSE de domicílio no Brasil para o domicílio no exterior antes e requerar a inscrição eleitoral, seja no exterior, seja no Brasil. Veja a orientação do TSE:

“Os brasileiros natos ou naturalizados, maiores de dezoito anos de idade, no pleno gozo de seus direitos políticos, que residam no exterior devem requerer a sua inscrição eleitoral (título de eleitor) nas sedes das repartições diplomáticas brasileiras com jurisdição sobre a localidade de sua residência ou no Cartório Eleitoral do Exterior com sede em Brasília.”

Caso o domicílio seja ainda no Brasil, mas você esteja passeando, ou mesmo fazendo um intercâmbio fora, então é óbrigado a votar em todas as eleições. Em caso de que não queiras votar, terás que justificar.

Leia no blog: Visto de estudante mexicano.
Carteira de motorista internacional

Bem, agora, para quem está no exterior, seja na condição de residente ou de turista, e não quer votar, precisa justificar em qualquer ocasião. A justiça é bem estrita com relação a esse aspecto. Já conheci uma pessoa que teve problemas com o título porque ela estava no exterior em intercâmbio e teve problemas com a justificativa, que não foi aceita, ele não foi avisado e nestas eleições de 2014 ele não pode votar e vai ter que justificar. Ou seja, uma confusão que pode ser evitada. Certo?

Então cuidado! Quem está no exterior, seja pelo motivo que for, coloque um recadinho sempre perto da data das eleições e lembre-se ou de votar ou de justificar: “As sessões eleitorais possuem sessões específicas para justificar voto nas eleições 2014. Se não for ao dia das eleições justificarem seu voto, pode inclusive justificar até 60 dias posteriores à eleição fazendo sua justificativa online através do site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).”

Vou facilitar aqui pra vocês e deixar um resuminho com algumas opções…

1. Estou no exterior e quero votar. Bem, para isso, é necessário comparecer à Embaixada Brasileira do país aonde está até 151 dias antes das eleições no Brasil para realizar a sua inscrição, no caso de ser residente no exterior. Feito isso, é só aguardar as eleições e ir votar. O Tribunal avisa a data e local:

“O Código Eleitoral prevê como condição para a criação de mesas de votação no exterior o número mínimo de 30 eleitores. As missões diplomáticas ou repartições consulares comunicarão, aos eleitores votantes no exterior, o horário e o local da votação.”

2. Estou no exterior e quero justificar. Bem, neste caso para quem está a turismo no exterior mas reside no Brasil é possivel justificar o voto até 30 dias após a chegada em solo brasileiro. Ou seja, chegou do exterior e a partir dessa data tem 30 dias para encaminhar a justificativa para a sua Seção Consular (o lugar aonde você vota).

Um conselho pessoal: justifique antes. Não precisa deixar para chegar no Brasil. É muito fácil justificar online. Por exemplo, quando eu estava na Espanha entrei no site do TSE antes das eleições, preenchi um Requerimento de justificativa eleitoral e o enviei junto com documentos de identificação brasileiros, por correio, para a representação consular da minha cidade, o lugar da minha inscrição como eleitora. No meu caso, é Santa Maria. Esse envio não garante que o voto foi justificado, precisas esperar a resposta. Para isso, é só tirar uma certidão de quitação online pelo site do Tribunal.

Os documentos necessários para a inscrição do voto, bem como mais informações a respeito de voto e justifica no exterior podem ser encontradas nesta seção site do TSE.

Espero ter esclarecido as dúvidas de vocês! Qualquer outra informação, é só falar comigo! 🙂

Fonte Fonte

Manicure – Guadalajara

Oi people!

Como estão? Bem, seguinte, hoje fazendo as unhas dei por falta de uns esmaltes que eu gosto. Tá, não são Dior, Channel, não são esmaltes caros, são esmaltes bem simples, Risqué, Colorama, enfim esses que a gente usa mais comumente aí no Brasil (e pra quem me conhece sabe que eu gosto das unhas sempre pintadas!).

Vou falar que não sou chata quando viajo, com quase tudo me adapto super bem, roupas, acessórios, comida, lugares, enfim, é realmente fácil eu me adaptar com as coisas fora de casa. Mas na questão do esmalte, eu senti uma certa estranheza nos que tem aqui pra vender. E de novo, afirmo que estou falando de esmaltes simples… Com preço parecido com os preços do Brasil..

A verdade é que os esmaltes não tem a mesma qualidade, não adianta. Eles deixam a unha amarelada e percebi que a enfraquecem um pouco as unhas. Dura bastante, mas não fica a mesma coisa, não parece da mesma qualidade quando com as unhas pintadas.

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Esmaltes que comprei aqui em Guadalajara

 

Além do que não encontrei a Renda, para fazer francesinha, igual no Brasil. É uma cor diferente um pouco, não achei que ficam tão bonitas as unhas com essas colorações.

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Tipo, é fácil encontrar esmaltes e acessórios de toodos os tipos em lojas de beleza, que contém de tudo um pouco pras unhas, corpo, rosto, enfim. Para quem está em Guadalajara, há um moonte dessas lojas na avenida Hidalgo, na Juárez, todas em direção ao Centro, como quem está indo pra Catedral, e inclusive por lá, pelo centro mesmo, é possível encontrar muuuitas dessas lojas. Ou seja, variedade tem.

E vejam bem, não estou falando que é ruim. Estou falando que pra mim não funcionou. A minha percepção é de que no Brasil a qualidade dos esmaltes é melhor. Ah, um detalhe, também prefiro os alicates de unhas que a gente tem no Brasil. Mesmo os mais simples acho melhores. Mas, de novo, isso é questão de gosto!

Se alguém tiver alguma visão diferente ou dicas por favor compartilha com os leitores, aqui embaixo! Afinal, eu divido a minha experiência com vocês, mas tem um milhão de pessoas que tem visões diferentes e que podem ter dicas e conhecer bem mais que eu em alguns assuntos, então… Por favor, não se sintam acanhados e compartilhem com a gente! 😀 Seja aqui no blog, ou pela página do blog no noExtrangeiro Facebook. Como quiserem! 🙂

Ah, vou deixar uma Dica aqui pra quem tiver tido problemas, como eu, para encontrar uma acetona de qualidade aqui. Achei umas que não tiram o esmalte e inclusive deixam a unha bem desidratada (isso existe? Bem, a aparência é de desidratação).

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Melhor acetona, tira esmalte vermelho que é uma maravilha!

De novo, pra quem estiver em Guadalajara, é possível comprar essa acetona Princel nas farmácias daqui, achei na Farmácia Guadalajara. Não é cara e tem um cheirinho delicioso. Achei que, e pode parecer besteira, mas deixa a ponta dos dedos hidratadinha.

Bem, falando de unhas ainda, vou dizer pra vocês que depois que usei o “amaciante (ou amaciador?) de cutículas” ONSEN eu nunca mais quis nenhum!

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Porque eu não costumo tirar cutícula sem esse “softner”, eu passo ele, faço uma massaginha rapidinha em todas as unhas, empurro e depois tiro só o excesso com muuita facilidade com o alicate. Eu recomendo! Inclusive porque vocês podem comprar online ONSEN. É caro, mas dura e é bom mesmo.

Como eu falei, não sou muito chata pras coisas, MAS tem certos detalhes que eu gosto de manter o que está funcionando.. Sabe aquele ditado: “Em time que está ganhando não se mexe”? Pois é, bem nessas.

Bem, acho que por agora é só! Até mais extrangeiros! 🙂

DIY Travel Hacks That Will Change How You Pack Forever

Extrangeiros, OI

Achei essas dicas no StumbleUp e vim compartilhar com vocês… São ótimas!!! Só não concordo com a que que diz que se deve enrolar a roupa e não dobrar. Experiência própria: cabe muito mais roupa dobrada do que em rolinhos! Mas anyway, é mais uma opção! 🙂

Fill straws with skincare products

Use empty Chapstick tubes to hide valuables 

Old sunglass cases can be reused to store chargers
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Visto de estudante mexicano

Oi extrangeiros!

Bem, como vocês sabem, estou planejando a minha viagem para o México agora em janeiro. Em dezembro, quando recebi a confirmação da minha aceitação na Universidade, fui pesquisar sobre o visto, já que este é, geralmente, o processo mais demorado de todos! Pois bem, descobri que não vou precisar de visto para estudar no México.

É isso mesmo. Parece mentira, mas o México aboliu a necessidade de visto mexicano para brasileiros quando a estada for menor que 180 dias. Contanto que a pessoa que vai viajar não exerça atividade remunerada, não precisa de visto. Vocês podem obter mais informações aqui.

Por via das dúvidas, eu vou levar impresso o papel com as informações tiradas do site do consulado mexicano em São Paulo (link acima). Mas já conversei com uma pessoa que foi pra lá, estudou por quase 5 meses e não precisou de visto para entrar! Então é tranquilo mesmo! Desde maio de 2013 não é mais necessário visto pra atividades mais longas, desde que não ultrapasse os 180 dias!

Bem, por agora e só, mas os próximos posts vão estar ótimos! Estou preparando um videozinho de arrumação de malas!

Visto mexicano

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Até!

Meios de pagamento no exterior

Oi extrangeiros lindos!

Bem, é certo que muitos de vocês já leram o post que fiz sobre o aumento do IOF, mas para quem não leu, lá vai um pequeno resumo: o post foi meramente para informar que compras, saques, uso de cartões pré pagos e travellers check no exterior agora são tarifados pela alíquota de 6,38%. A única exceção, cuja alíquota permanece em 0,38%, é se a troca acontecer em espécie, dentro do Brasil, em casas de câmbio. Aí o jeito é realmente levar o dinheiro em espécie e não em cartões (lembrando que os famosos VTM também sofrem com o aumento, já que são cartões pré pagos). Para ler o post completo e entender um pouco dessa mudança, clique aqui.

Bem, explicada a situação, acho interessante sugerir formas de se levar dinheiro. Vamos lá!

Dinheiro em espécie: Se trocado em casas de câmbio, no Brasil, em dinheiro vivo, espécie, a alíquota permanece 0,38%.
+ A alíquota! A diferença é de 6%, o que é um valor bem elevado quando se troca muito dinheiro. Pagando no Brasil, você economiza esses 6% para fazer compras no exterior.
Lado negativo: é relativamente perigoso levar muito dinheiro em espécie.

Cartões de crédito: A tarifa permanece 6,38%.
+ Milhas. Um ponto positivo é o acúmulo de pontos no cartão para trocar por milhas ou reservas de carro, diárias em hoteis e até mesmo algumas lojas de produtos e serviços.
O lado ruim é o de sempre, a variação cambial, a gente nunca sabe qual vai ser a cotação da moeda (dólar, euro, etc) no momento do fechamento da fatura seguinte.

Cartões pré pago: Alíquota de 6,38%.
+ O ponto positivo de levar cartão pré pago (Aquele internacional, dos bancos, e também o Visa Travel Money, de agências de viagem) é que você sabe o valor que vais pagar de tarifa no momento em que carrega o cartão. Não vai ter surpresinhas de variações cambiais.
O lago negativo, agora, depois desse aumento do IOF, é realmente a aíiquota. De 0,38% à 6,38%.

Traveller cheque: Ou check, enfim. Alíquota de 6,38%.
+ É uma garantia que você tem, de levar escondido na pochete ou guardar no cofre do hotel, enfim, pode ser levado como medida de segurança.
Você fica sujeito à duas tarifas (quando compra o cheque e quando o troca no país que pretende visitar).

A minha opinião é a seguinte: Se houver possibilidade de levar dinheiro em espécie, eu prefiro essa opção. É claro que vai depender do país ou local para o qual você vai. Não é preconceito, é a realidade. Tem alguns lugares aonde é simplesmente muito arriscado levar dinheiro em espécie e pronto. Em outros, já sabemos que é aceitável. E é bom lembrar que existem muitos hoteis que possuem crofes. Até mesmo hostels tem os lockers, que são os armários (que podem ser cadeados), aonde você pode deixar dinheiro (se quiser arriscar!).

Caso você prefira levar um pouco de dinheiro em algum cartão, eu sugiro o pré pago. Porque a não ser que você seja muito bom em economia e esteja por dentro das mudanças na economia mundial, é bastante difícil ter absoluta certeza que a moeda vai estar com valor mais baixo no fechamento da fatura seguinte, que é quando você pagaria os gastos com o cartão de crédito. Com o pré pago a tarifa é a mesma, 6,38%, no entanto, você sabe qual o valor da moeda estrangeira no momento da compra e não vai ter surpresinhas extras no mês seguinte.

Os traveller cheques são a minha opção menos favorita. Só vou utilizá-los quando for realmente indispensável ou não houver outra opção. Não gosto deles, porque você fica sujeito à duas variações de moeda, à do dia da troca, ou a compra dos cheques e à do dia da compra no país que vai visitar. E, geralmente, fora do Brasil o real custa muito, portanto a minha opinião é que você não leve esses cheques.

Não esqueçam de curtir a página do blog no face! Sempre divulgo as postagens por lá e você pode ficar informado de tudo! 🙂

Espero ter ajudado alguém! 🙂
Até a próxima, viajantes!

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