Hilarious SWA Flight attendant – cia aérea inova com voo divertido

Extrangeiros, OI!

Voltei com novidades engraçadas!

Vi esse vídeo rodando pelo facebook e fiquei simplesmente apaixonada!
O vídeo é sobre uma companhia aérea, SWA (Southwest Arline), que achou um jeito divertido de passar as informações de emergência! Eu, pelo menos, nunca presto antenção nessas informações… Depois da primeira vez que viajei e ouvi tudo, nunca mais quiser ouvir. Convenhamos, é chato, entediante e é sempre a mesma coisa!

Só que além de ser importante ouvir, as companhias aéreas precisam passar essas informações toda e qualquer vez que exista um voo, está na lei. Ou seja, todos os dias. Diversas vezes ao dia. Que maneira de fazer o trabalho ficar mais divertido? Que maneira de fazer o voo dos passageiros mais divertido?

O vídeo está em inglês, sem tradução, porque a companhia é americana e estava voando de um ponto a outro dos Estados Unidos. A aeromoça da companhia faz piadas com cada instrução que ela tem que passar. Resultado, a cada piadinha todos os passageiros riam. E todos, é claro, ouviram todas as instruções, porque a cada instrução havia uma piada. Divertido, né?

E no fim, se pensarmos mais a fundo, o trabalho dos comissários de bordo se torna muito mais fácil e divertido. Afinal, eles criam um tipo de empatia com os clientes, que já estão risonhos desde o início do voo. Talvez algum errinho ou algo que não foi muito bem no voo, eles até relevem, porque estão de bom humor desde o início. Fora que, existe maior probabilidade de eles tratarem os comissários muito melhor, já que, de novo, estão de bom humor. Que estratégia, hein?

Pra mim, isso é uma pessoa que sabe fazer seu trabalho muito além do esperado. E, nesse caso, uma companhia que se destaca! Assistam o vídeo, vale a pena!

A aeromoça ainda brinca com o fato de não haver espaço suficiente para os joelhos e pés dos passageiros quando estão sentados corretamente nos assentos. Oras, isso é uma coisa que todos sabemos e que nos incomoda (principalmente em voos longos). É um problema que todos enfrentamos. Mas, por enquanto, está além das possibilidades das companhias de mudar essa situação ($$), então ela brincar com a situação mostra, indiretamente, que a companhia está sabendo dessa situação (não está se omitindo) e cria um certo laço de empatia com os clientes. Ao meu ver, mostra que a companhia está ciente e que não esqueceu desse detalhe (quem sabe para melhorá-lo?)

Vi outros vídeos de piadinhas e tal, mas nenhum tão engraçado como esse! Pelo menos, pra mim! Achei outro que eu havia gostado… Esse está em português e eu achei o comissário bem humorado e espirituoso!

Bem, eu achei o MÁXIMO! Tive que compartilhar com vocês!
E vocês? O que acharam?

Até mais!

Uma vez fui viajar e não voltei.

Granada, Espanha

Granada, Espanha

Uma vez fui viajar e não voltei.

Não por rebeldia ou por ter decidido ficar; simplesmente mudei.

Cruzei fronteiras que eu nunca imaginaria cruzar. Nem no mapa, nem na vida. Fui tão longe que olhar para trás não era confortante, era motivador.

Conheci o que posso chamar de professores e acessei conhecimentos que nenhum livro poderia me ensinar. Não por serem secretos, mas por serem vivos.

Acrescentei ao dicionário da minha vida novos significados para educação, medo e respeito.

Reaprendi o valor de alguns gestos. Como quando criança, a espontaneidade de sorrisos e olhares faz valer a comunicação mais universal que há – a linguagem da alma.

Fui acolhido por pessoas, famílias, estranhos, bancos e praças. Entre chãos e humanos, ambos podem ser igualmente frios ou restauradores.

Conheci ruas, estações, aeroportos e me orgulho de ter dificuldade em lembrar seus nomes. Minha memória compartilha do meu desejo de querer refrescar-se com novos e velhos ares.

Fiz amigos de verdade. Amigos de estrada não sucumbem ao espaço e nem ao tempo. Amigos de estrada cruzam distâncias; confrontam os anos. São amizades que transpassam verões e invernos com a certeza de novos encontros.

Vivi além da minha imaginação. Contrariei expectativas e acumulei riquezas imateriais. Permiti ao meu corpo e à minha mente experimentar outros estados de vivência e consciência.

Redescobri o que me fascina. Senti calores no peito e dei espaço para meu coração acelerar mais do que uma rotina qualquer permitiria.

E quer saber?

Conheci outras versões da saudade. Como nós, ela pode ser dura. Mas juro que tem suas fraquezas. Aliás, ela pode ser linda.

Com ela, reavaliei meus abraços, dei mais respeito à algumas palavras e me apaixonei ainda mais por meus amigos e minha família.

E ainda tenho muito que aprender.

Na verdade, tais experiências apenas me dirigem para uma certeza – que ainda tenho muito lugar para conhecer, pessoas a cruzar e conhecimento para experimentar.

Uma fez fui viajar…

e foi a partir deste momento que entendi que qualquer viagem é uma ida sem volta.

(Marcelo Penteado)

Fonte

Don’t date a girl who travels

Oi extrangeiros! Que saudade de vocês, de vir aqui, de postar!

Ultimamente muitas coisas tem acontecido na minha vida. Algumas ótimas e outras péssimas. Algumas mudanças boas e outras nem tanto. São coisas da vida. Coisas que acontece com que viaja, com quem muda de ambientes e, enfim, sai da zona de conforto. O saldo, apesar dos pesares, é sempre positivo.

Mas bem, deixa eu contar brevemente o que me aconteceu e porque abandonei o blog temporariamente (contra a minha vontade). No dia 7 de janeiro, sobri um acidente de carro. Estou bem fisicamente, não aconteceu nada mais grave. No entanto, ambos os carros tiveram perda total e nos dias seguintes fiquei em função de começar o processo de documentação, enfim. O motorista assumiu a culpa e está sendo bastante responsável e consciente, fazendo tudo que é necessário (o seguro dele cobria terceiros também! Isso é importante demais). No entanto, por uns dias, eu fiquei meio zonza, com uns roxos na região do cinto, e com as marcas do próprio cinto no peito. Mas passou.

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As 23 coisas mais difíceis ao voltar para casa depois de morar fora

Oi extrangeiros!
Olha só… Li esse texto em um blog e me apaixonei completamente por ele. É como se tudo que eu sentisse quando volto de cada intercâmbio pudsse ser descrito nessas palavras.

Não é um texto meu; como eu já disse, peguei de um blog. Só que estava em inglês. E eu queria adaptar à língua do blog (nem sempre dá pra fazer isso, mas quando dá, eu gosto de fazer). A tradução é minha e os direitos do texto são todos da Chelsea Fagan – que pelo que eu descobri, é escritora também! O texto foi postado neste blog.

As 23 coisas mais difíceis ao voltar para casa depois de morar fora

1. Sonhar que você está de volta à sua velha cidade, ao velho apartamento e tudo é do jeito que era – e então acordar e perceber que, pelo menos por agora, esse capítulo da sua vida acabou.

2. Bagunçar seu sotaque, às vezes, e usar sintaxe estranha porque o seu cérebro ainda está, de várias formas, trabalhando na segunda língua e você não sabe exatamente como voltar sem inverter tudo.

3. Os três ou quatro alimentos que – além de fazerem parte da culinária da qual você sente saudade – tornaram-se parte da sua dieta e que você não sabe mais como viver sem.

4. Tentar planejar sua viagem de volta para visitar todos os seus amigos e perceber que as passagens de avião estão tão caras como sempre, ou mais.

5. Ter que adicionar passagens de avião ao seu orçamento regularmente, pelo resto da sua vida, porque ou você vai viver lá e visitar a sua casa, ou vai ficar em casa e visitar lá.

6. Tentar explicar para alguém que vai passar as férias na sua cidade todas as coisas que eles precisam obrigatoriamente fazer e, perceber que: a) é impossíve fazer todas as coisas que você quer que eles façam em um período razoável de tempo e; b) você está, provavelmente, confundindo-os com seus conselhos opressivos e, muitas vezes, incoerentes.

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Voltando à rotina… #vídeo

Pessoas,
Achei um negócio que eu achava difícil de acreditar…

Estava passeando pelos blogs que sigo e de repente me deparei com esse vídeo aí abaixo no blog Vagabundo Profissional e a legenda dele assim “Simplesmente o melhor vídeo de viagens que eu já vi. Eu ri e chorei assistindo o mesmo vídeo, vale a pena por demais.” Daí eu pensei: Ah, não deve ser tudo isso… Rir e chorar? Achei, sinceramente, que era um exagero. Mas as notícias dessa blog são geralmente muito boas… E achei que valia a pena olhar.

https://vimeo.com/63943463

No fim do vídeo, estava comos olhos cheio de lágrimas e um sorriso enorme no rosto. Esse sentimento de quem sente profundamente a paixão pelo mundo é única e muito difícil de explicar. Sensacional!

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