Estados Unidos

Separei por cidades e vou postando dicas de cada cidade especificamente. Mas tem alguns assuntos e algumas dicas que são comuns à todo o país, portanto vou colocá-los aqui embaixo. Para ver dicas de algumas cidades americanas especificamente, é só passa o mouse (sem clicar) encima do menu DICAS & PAÍSES e depois encima de ESTADOS UNIDOS e vai aparecer uma lista de cidades ao lado. É só clicar no nome da cidade que quiser.

Um dos fatos mais marcantes, pra mim, nos Estados Unidos é o fato de que todas as cidades, mesmo aquelas bem pequenininhas tem de tudo! Tem internet wifi em qualquer lugar (inclusive nos estabelecimentos de comida, pizza hut, restaurantes, mcdonald’s, enfim), tem água encanada (nem se sonha em não ter), tem assistência pros mais variados serviços, tem shoppings centers (shopping center é aquela áreas cheias de loja, uma do lado da outra, sem estar dentro de um lugar fechado. As lojas tem entradas próprias e podem estar simplesmente divididas por paredes da mesma construção ou ser completamente independentes. Todas as entradas das lojas são voltadas para um estacionamento, que é comum à todas elas. O nosso shopping tradicional como conhecemos aqui no Brasil, é lá chamado de shopping mall). É bem interessante, porque as pessoas tem acesso ao que quem vive nas cidades grandes tem.

  • Roupas

É um dos assuntos sobre o qual sempre me perguntam!

Especialmente, as mulheres sobre roupa íntima. Quando alguém vai fazer alguma viagem para a terra do Tio Sam, a terra aonde churrasco não é churrasco de verdade, aonde se encontra de tudo em um supermercado, inclusive farmácia, a pergunta se repete diversas vezes: é verdade que lá só tem calcinha fio dental ou calcinhão? É. Lá tem muitas lojas aonde ou a calcinha é bem pequenininha (bem fininha mesmo!) ou é aquelas grandes, de dormir, que vão até a cintura e aparecem quando a gente coloca calça jeans. É claro que em um país sempre tem de tudo! É claro que calcinhas de tamanho médio podem ser encontradas lá, é lógico que sim! Mas o costume, o que se encontra com mais facilidade são calcinhas ou muito pequenas ou muito grandes.
Quanto aos sutiãs, já que estamos falando de roupa íntima feminina, posso afirmar com toda a certeza que os melhores sutiãs que eu tenho, e que já usei, eu comprei nos EUA. São firmes (os que tem bojo, enchimento, enfim) e de excelente qualidade. Duram muitíssimo tempo (inclusive porque lá não se tem costume de lavar coisas a mão. Vai praticamente tudo na máquina de lavar e secar mesmo) e são muito confortáveis de usar.

Bem, mas saindo do assunto roupa íntima e voltando ao assunto mais amplo… As roupas de marca lá são algumas vezes mais baratas do que no Brasil. Não adianta dizer que compra nos freeshops de aeroporto, porque ainda assim as blusas e camisetas Calvin Klein são um absurdo (eu considero 100, 200, 300 dólares um roubo!). Se tiveres tempo de procurar um outlet (lojas em formato de shoppings ao ar livre que tem lojas de marca com roupas geralmente das estações passadas), então dê uma passada por lá! Vale a pena, porque as roupas lá são realmente muito baratas.
O que acontece nos EUA é que muita gente, tanto homens quanto mulheres, usa roupa de marca, porque, de maneira geral a qualidade das roupas é realmente muito boa e o preço é bastante acessível (e quando digo acessível, estou falando de 10, 20 dólares por uma blusa ou algo assim. Calça jeans da Levi’s dá pra achar por 30 dólares em tempos de promoções. Aqui no Brasil, dá pra comprar uma calça de qualidade equivalente por 100, 120 reais, e claro que não da mesma marca).

  • Halloween

Um feriado muito importante nesse país. Tá bem, aqui nós também celebramos, mas as tradições que até hoje nós preservamos, vem de lá! As crianças se fantasiam de tudo que é tipo de coisa e vão, de casa em casa, com a famosa frase na ponta da língua “doce ou travessura?”. E se não tem doces, eles realmente fazem travessuras, como, por exemplo, colocar papel higiênico nas casas, árvores, enfim.

  • Thanksgiving (Day)

O que é o Thanksgiving? Nada mais do que o Dia de Ação de Graças. É um feriado que ocorre no fim do mês de novembro, mais precisamente na 4ª quinta-feira do mês. É um feriado muitíssimo celebrado e respeitado pelos norte americanos. É, inclusive, mais importante e celebrado do que o Natal. Todos se preparam para cozinhar o peru, carnes de veado, de peixe, geléias (lá são muito famosas as berries, amora, framboesa, entre outras), a torta de abóbora, o Cranberry Sauce, entre outros.
Por quê é tão importante?
Esse feriado começou a ser celebrado em 1621 nos Estados Unidos, porque depois de um péssimo período de colheita, os colonos do Massachussets tiveram uma ótima colheita de milho, no verão e decidiram celebrar a fartura, com um dia de agradecimento ao que receberam. A partir daí, o Thanksgiving day foi instituido um feriado nacional. É um feriado sem pretensões, sem presentes, apenas para que os familiares se reunam e passem um dia juntos.
As celebrações podem seguir-se até o dia seguinte, na sexta-feira, que é também quando começa a famosa Black Friday.

  • Black Friday

É o dia que segue o Thanksgiving Day, que é quando inicia-se oficialmente a temporada de vendas para o Natal. A decoração de Natal começa a ser feita bem antes do que estamos acostumados. Lá por Outubro, no mais tardar em novembro, as lojas, casas, ruas e tudo que for visível, começa a ser decorado para o Natal. As luzes nas casas, as canções natalinas nas lojas, enfim, é tudo um festerê.
Mas, voltando a esse dia, que é quase como se fosse um mega feirão, posso dizer que já participei de um deles e é uma experiência única, a qual sugiro que quem possa, participe. As lojas todas ficam em promoção (promoção mesmo! Não é aquela coisa de aumentar o preço, pra depois baixar), são desconto de até 75%, o que eles chamam de 75% off! As filas começam a se formar de madrugada, à meia noite, ou antes, e as pessoas levam cadeiras e cobertores (é frio lá e, algumas vezes em alguns lugares, inclusive neva) e ficam sentadas esperando a abertura das lojas. São filas grandes, enormes! E os preços são pequenininhos…

  • Fourth of July

Outro dia muito importante para os norte americanos. É o dia da independência dos Estados Unidos: 4 de Julho de 1776. É um feriado nacional, marcado por celebrações em todo o país, com fogos de artifício, parades (desfiles), churrascos (a carne grelhada ao ar livre que eles chamam de churrasco. Quer dizer, barbecue, que é comumente traduzido como churrasco, é também um molho bem forte, com carne estilo guisada, que se come encima da batata cozida e outros. Mas pra mim, gaúcha, churrasco é só aquele na churrasqueira com espeto, ou aquele no chão, também com espeto). Resumindo: é um feriado muito importante e respeitado pelos americanos. E vale a pena conferir, porque fica tudo muito bonito nesse dia, as famílias muitas vezes se reunem, fazem piqueniques, etc.

  • Aluguel de carros

Geralmente, os preços são acessíveis. As diárias não são muito caras e, bem como os preços dos carros à venda, dá pra alugar um carrão (automático e com GPS) mais barato, ou de valor equivalente, que um carro popular no Brasil, por exemplo. Dá pra alugar em quase todos os aeroportos

  • Hotéis

Tem algumas redes de hotéis mais conhecidas. Lá nos EUA o sistema é um pouco diferente. Sabe aqueles hotéis (motéis) de beira de estrada, perto de postos ou de trevos na entrada das cidades? Bem, aqui no Brasil muitos deles são realmente motéis e não hotéis. Mas lá, eles tem jeito de motel, aparência e localização de motel, mas são realmente hotéis. Inclusive o preço é mais barato. São quartos simples, com cafés da manhã simples (às vezes, MUITO simples), mas que tem um preço bastante baixo e, em geral, são seguros. É claro, tem que levar em conta a cidade. Mas é claro que só estou falando dos hotéis simples, como o Super 8, alguns Holiday Inn e Days Inn. Logo que foi criado, em 1973, as diárias eram de U$ 8,88, por isso o nome Super 8. Hoje, não é mais assim, infelizmente. De todo o jeito, cuidado com os nomes Super 8 Motel, porque motel lá não significa a mesma coisa que aqui. Significa um estabelecimento mais simples, com quartos mais simples. O bom do super 8, no entanto, é que o café da manhã é grátis, com cereais (Estilo o do tigre, o fruit loops, o crunch e por aí vai) + cinamonn roll (pãezinhos ou bolinhos de “creme branco doce” e canela) + café preto e chás.

  • Viagens

É muito fácil viajar dentro dos Estados Unidos de carro. Tá bom, as distâncias são grandes, mas as estradas são ótimas. São largas e em perfeito estado (sem buracos!), pois são feitas com muitas pedras grandes socadas embaixo e aguentam bastante tempo sem apresentar sinais de rachaduras.
Há o que eles chamam de toll roads, que são as estradas que cobram pedágio para circular. Estas, estão em ainda melhores condições de trânsito.
Viajar também é muito tranquilo por lá, porque existem placas indicando tudo! O caminho todo, por menor que seja a cidade pra onde se está querendo ir, existem placas anunciando a quilometragem e a saída (exit) para cada cidade ou mesmo para lugar para abastecer, para comer, dormir. São placas grandes, com diversos desenhos, por exemplo, se na saída tem posto de gasolina, hotel e mcdonald’s, tem desenhos de uma bomba de gasolina, de uma cama e de comida (às vezes, aparecem as próprias logomarcas dos estabelecimentos).
As pessoas realmente respeitam os lados direito e esquerdo das faixas. Quem anda mais para à direita, vai mais devagar. E deixa à esquerda para ultrapassagens.
Para viajar de avião é relativamente caro, ao meu ver. Se não pegar promoção, promoção mesmo, de ficar fuçando e buscando precinhos, então chega a ser uns U$ 200 por viagem de ida e volta, da Flórida à Califórnia, por exemplo.

Lugares pra onde eu fui que eu mais gostei: Nova York tá no topo da lista. É uma das cidades que eu mais amo. Mas não representa os Estados Unidos fielmente. É uma cidade cosmopólita, porque tem muitíssima gente que não é americana, mas que mora lá. É uma cidade com grande influência de outras culturas, nas formas de viver, na gastronomia, nas atividades diárias. Portanto, não é o que melhor representa o país.

College Station: uma cidade que é Twin City (cidade gêmea) com Bryan. São cidades grudadas, e aonde uma termina, já começa a outra. Essas sim podem ser consideradas típicas americanas. É claro que se localizam no sul do Texas, portanto tem muita influência (e moradores) mexicana. No entanto, o jeito de viver, a comida, o jeito de se locomover (só por carros e ônibus; College não tem calçadas) e muitas outras características são norte americanas. E os mexicanos que lá vivem (e não são poucos) se adaptam à cultura dos Estados Unidos ou vivem sua própria cultura convivendo com outros também mexicanos.

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